Penso fora da gaiola, e creio que Deus me dá liberdade para tal ato, amo-O acima de tudo, e isto me permite questionar àquilo que disseram sobre Ele, pois d’Ele pouco sei, a não ser o que me disseram.
Me disseram que Deus prova os corações, me disseram também que Deus me conhece perfeitamente.
Se Deus me conhece perfeitamente, porque precisa me provar? Por que precisa me aprovar? Se me reprova, não sou criação d’Ele? Ou se por acaso sou aprovado, que mérito tenho, se foi Ele mesmo quem me criou com esses atributos? Deus prova a Ele mesmo? Ou aprova as suas próprias obras?
Não me reputem como herege, mas não tenho conhecimento suficiente para expor tais pontos em exegeses bíblicas, que hoje me daria sugestões em diversos caminhos nesse pensamento. Parto de princípios, princípios pré-concebidos meus, que podem estar errados ou não. Em todo tempo caminho na busca da fonte de onde virá as minhas certezas.
Não posso admitir que Deus falha, certamente a culpa cabe ao homem, não de ser reprovado ou aprovado, esse mérito é todo de Deus e certamente contribui para algum propósito. Entretanto não questiono aqui a aceitação ou condenação, apenas penso na provação, na sua importância e nas suas conseqüências.
Certamente Deus já sabe tudo que há de se saber sobre mim, porém eu não tenho auto-conhecimento, não compreendo a força do agir de Deus em mim, não conheço os meus limites, não conheço o tamanho da minha fé. Seria contra-senso pensar que Deus me pondo em prova me mostra quem eu sou? E que conhecendo quem eu sou e quem Deus é em mim, passo pela prova e desse ponto sou fortalecido, ou me sobrevém algum aprendizado, o que de fato observo é que minha provação não pode mudar nada em Deus, não pode fazer mudar as suas opiniões, não pode o seu pensamento sobre mim.
Sendo Deus imutável, como de fato creio que Ele é, inconcebível seria pensar, que sendo eu provado, seria de algum modo por Ele recompensado, as provas não podem determinar a vontade de Deus para o meu futuro, ponho em questão a nossa mania de recompensa. Quando passo pela prova, e se Cristo me aprova, Ele me aceita como servo e me dá privilégios por aquilo que eu sou, ou por aquilo que eu conquistei, e daí perco o caminho da graça, por que tenho direitos por meus méritos.
Na verdade nessas “provas” da vida, os avaliadores somos nós mesmos, porque no fim delas tudo que sabemos é aquilo que aprendemos, e se realmente continuamos crendo apesar dos resultados obtidos, assim surge a fé, independente de qualquer coisa que eu possa conquistar....
Gustavo C. Martins
http://www.douloseleutheros.blogspot.com/
"Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo"(Fernando Pessoa)
terça-feira, 30 de novembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Eu? Convertido?
Hoje fui questionado por um colega aqui do Seminário do Sul, com a seguinte pergunta: Você é mesmo convertido? Isso porque eu estava ouvindo música “secular”. Fico pensando, qual é a nossa idealização de convertido? Será um alienado? Alguém perfeito? Aquele que ouve músicas da “lagoa pequena”? Que tem um linguajar diferente? Que não faz o que o “mundo” faz?
O mesmo que eu respondi para este aluno aqui do seminário, tento expressar aqui em poucas linhas. Acredito que o convertido é aquele que tem consciência do que de fato é (ou seja, pecador), alguém que depende da graça e da misericórdia de Deus diariamente, e que é autêntico, diante de Deus e diante das pessoas.
Eu tento viver desta forma, pois sou pecador e tenho consciência disso. E se não fosse a graça e a misericórdia de Deus tenho certeza de que não estaria aqui hoje, mas será que alguém estaria?
E até porque, nenhuma condenação há, para aqueles que estão em Cristo, e ouvem música "secular".
Isto é apenas uma opinião minha.
Victor Capucho
O mesmo que eu respondi para este aluno aqui do seminário, tento expressar aqui em poucas linhas. Acredito que o convertido é aquele que tem consciência do que de fato é (ou seja, pecador), alguém que depende da graça e da misericórdia de Deus diariamente, e que é autêntico, diante de Deus e diante das pessoas.
Eu tento viver desta forma, pois sou pecador e tenho consciência disso. E se não fosse a graça e a misericórdia de Deus tenho certeza de que não estaria aqui hoje, mas será que alguém estaria?
E até porque, nenhuma condenação há, para aqueles que estão em Cristo, e ouvem música "secular".
Isto é apenas uma opinião minha.
Victor Capucho
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Autoridade Espiritual
Fala-se muito, nos dias de hoje, sobre autoridade espiritual; alguns há que creditam tanto sua pretensa autoridade que a oferecem como “cobertura” para outros. Mas qual é a nossa autoridade para pastorear as ovelhas de Cristo? Entendo que a forma mais segura de responder a essa questão é observar Jesus Cristo concedendo essa autoridade para alguém.
Pedro, o apóstolo é o nosso homem. Jesus avisara a seu discípulo que Satanás pedira para cirandá-lo, para peneirá-lo como se faz com o trigo quando de separá-lo das impurezas e que Cristo havia rogado por ele para que sua fé não desfalecesse (Mc 14.27-31). É interessante Satanás se oferecendo para tirar de Pedro todas as impurezas, ele devia pensar que só encontraria impurezas e nenhum trigo. Bem, Pedro foi peneirado e, embora tivesse dito que estava pronto a morrer por Jesus, que o mestre jamais lhe seria um tropeço, ainda que o fosse para os demais, negou a Jesus Cristo, tal como fora avisado (Mc 14.66-72). Parece que só havia impurezas e nenhum trigo.
Como prometera Cristo ressuscitou ao terceiro dia e, entre as orientações que ultimou de seus anjos, convocou a Pedro para encontrar-se com ele na Galiléia ((Mc 16.7). A convocação foi nominal, não havia como o recalcitrante discípulo entender que não era consigo que o Ressurreto queria conversar. Encontraram-se no lugar combinado e, para surpresa geral, o Senhor, ao invés de aplicar ao moço uma severa advertência, perguntou-lhe se este o amava, por três vezes repetiu-lhe a pergunta, recebendo resposta afirmativa em todos os casos. É verdade que o Mestre, por duas vezes, usou para o verbo amar a palavra de descreve um amor incondicional, e que Pedro, o tempo todo, usou a palavra que descreve amizade, termo que o Salvador também usou na terceira inquirição. Pedro, contra todas as expectativas continuou afirmando que era mais amigo de Cristo que os demais, e, finalmente, chamou como testemunha, em sua defesa, a onisciência de Cristo, reconhecendo-o, implicitamente, como Deus (Jo 21.15-22).
Jesus, surpreendentemente, não contestou a Pedro e, mais, a cada uma de suas respostas comissionou-o, em relação ao seu próprio rebanho, para cuidar, alimentar e guiar as suas ovelhas; após o que ordenou-lhe que o seguisse por onde ele o desejasse. Concedeu-lhe o que hodiernamente é chamado de autoridade espiritual.
Com que autoridade Pedro exerceria o pastorado? Como ele lograria não ser denunciado pelo rebanho como falastrão, mentiroso, covarde e traidor? No que consistia a sua autoridade, afinal?
A autoridade de Pedro consistia em ser um pecador perdoado. Sua autoridade era o seu testemunho. Ele podia dizer sem medo: – Ele me perdoou e restaurou e pode fazer isso com qualquer ser humano. A autoridade de Pedro consistia no fato de ser ele portador de um milagre, pois, com todas as suas incoerências e inconstâncias ele amava a Jesus. E isto é um milagre, pois, naturalmente, não há quem busque a Deus (Rm 3.11). Ser salvo é voltar a amar a Deus e atingir o ápice da salvação é a amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento. Tem Autoridade Espiritual aquele que pode testemunhar do perdão de seus pecados, de ter sido alvo do milagre de voltar a amar a Deus, e ter passado a seguir a Jesus sem prévias condições.
Alguém poderia objetar: – Se é isso! Então qualquer pessoa o pode! Contesto: – E não foi isso que os reformadores quiseram dizer ao ensinar sobre o sacerdócio universal dos santos?
Todos os cristãos podem e todos os cristãos devem.
(Ariovaldo Ramos)
Pedro, o apóstolo é o nosso homem. Jesus avisara a seu discípulo que Satanás pedira para cirandá-lo, para peneirá-lo como se faz com o trigo quando de separá-lo das impurezas e que Cristo havia rogado por ele para que sua fé não desfalecesse (Mc 14.27-31). É interessante Satanás se oferecendo para tirar de Pedro todas as impurezas, ele devia pensar que só encontraria impurezas e nenhum trigo. Bem, Pedro foi peneirado e, embora tivesse dito que estava pronto a morrer por Jesus, que o mestre jamais lhe seria um tropeço, ainda que o fosse para os demais, negou a Jesus Cristo, tal como fora avisado (Mc 14.66-72). Parece que só havia impurezas e nenhum trigo.
Como prometera Cristo ressuscitou ao terceiro dia e, entre as orientações que ultimou de seus anjos, convocou a Pedro para encontrar-se com ele na Galiléia ((Mc 16.7). A convocação foi nominal, não havia como o recalcitrante discípulo entender que não era consigo que o Ressurreto queria conversar. Encontraram-se no lugar combinado e, para surpresa geral, o Senhor, ao invés de aplicar ao moço uma severa advertência, perguntou-lhe se este o amava, por três vezes repetiu-lhe a pergunta, recebendo resposta afirmativa em todos os casos. É verdade que o Mestre, por duas vezes, usou para o verbo amar a palavra de descreve um amor incondicional, e que Pedro, o tempo todo, usou a palavra que descreve amizade, termo que o Salvador também usou na terceira inquirição. Pedro, contra todas as expectativas continuou afirmando que era mais amigo de Cristo que os demais, e, finalmente, chamou como testemunha, em sua defesa, a onisciência de Cristo, reconhecendo-o, implicitamente, como Deus (Jo 21.15-22).
Jesus, surpreendentemente, não contestou a Pedro e, mais, a cada uma de suas respostas comissionou-o, em relação ao seu próprio rebanho, para cuidar, alimentar e guiar as suas ovelhas; após o que ordenou-lhe que o seguisse por onde ele o desejasse. Concedeu-lhe o que hodiernamente é chamado de autoridade espiritual.
Com que autoridade Pedro exerceria o pastorado? Como ele lograria não ser denunciado pelo rebanho como falastrão, mentiroso, covarde e traidor? No que consistia a sua autoridade, afinal?
A autoridade de Pedro consistia em ser um pecador perdoado. Sua autoridade era o seu testemunho. Ele podia dizer sem medo: – Ele me perdoou e restaurou e pode fazer isso com qualquer ser humano. A autoridade de Pedro consistia no fato de ser ele portador de um milagre, pois, com todas as suas incoerências e inconstâncias ele amava a Jesus. E isto é um milagre, pois, naturalmente, não há quem busque a Deus (Rm 3.11). Ser salvo é voltar a amar a Deus e atingir o ápice da salvação é a amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento. Tem Autoridade Espiritual aquele que pode testemunhar do perdão de seus pecados, de ter sido alvo do milagre de voltar a amar a Deus, e ter passado a seguir a Jesus sem prévias condições.
Alguém poderia objetar: – Se é isso! Então qualquer pessoa o pode! Contesto: – E não foi isso que os reformadores quiseram dizer ao ensinar sobre o sacerdócio universal dos santos?
Todos os cristãos podem e todos os cristãos devem.
(Ariovaldo Ramos)
"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
(Fernando Pessoa)
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
(Fernando Pessoa)
sábado, 6 de março de 2010
Leve seu dinheiro para o céu
Não acumulem para vocês tesouros nessa terra” (Mt 6.19): investimento pouco garantido, pois a traça e ferrugem o consumirão, ou ladrões o roubarão.”
Mateus 6 – Porque ajuntar tesouro nos céus:
1. Investimento com segurança muito maior, não pode ser consumido e ninguém pode roubar.
2. Ele atrai nossa afeição – na verdade todo o nosso ser – para o Reino de Deus: “onde estiver o seu tesouro, ali estará o seu coração” ( Mt 6.20,21)
P: O que haverá no céu?R: Pessoas – Se investir meu dinheiro nelas, ele estará lá.
Esse é o tipo de investimento que levaremos conosco. Dinheiro investido em gente é o melhor investimento possível. – Richard Foster
Suponhamos que o Brasil fosse mudar sua moeda para Euro e tudo que fosse Real fosse perder o valor e ninguém nos dissesse que essa conversão monetária ocorreria. O melhor seria converter todo o nosso dinheiro em Euro o mais rápido possível.
É isso que Jesus nos diz nos alertando a ajuntar tesouros no céu e ganhar amigos através da riqueza iníqua. O dinheiro, com toda a sua tendência maléfica, deve ser subjugado e transformado em oportunidade para o Reino.
Investindo em gente e no Reino:
Talvez haja um vizinho necessitado na casa ao lado, ou a fome no Sudão, ou uma oportunidade de levar o evangelho a um grupo de pessoas até agora inalcançado pela Boa Nova, ou mesmo uma chance de investir no futuro de um estudante jovem e inteligente. Todas essas são oportunidades maravilhosas para investimentos.
Não acumulem para vocês tesouros nessa terra” (Mt 6.19): investimento pouco garantido, pois a traça e ferrugem o consumirão, ou ladrões o roubarão.”
Mateus 6 – Porque ajuntar tesouro nos céus:
1. Investimento com segurança muito maior, não pode ser consumido e ninguém pode roubar.
2. Ele atrai nossa afeição – na verdade todo o nosso ser – para o Reino de Deus: “onde estiver o seu tesouro, ali estará o seu coração” ( Mt 6.20,21)
P: O que haverá no céu?R: Pessoas – Se investir meu dinheiro nelas, ele estará lá.
Esse é o tipo de investimento que levaremos conosco. Dinheiro investido em gente é o melhor investimento possível. – Richard Foster
Suponhamos que o Brasil fosse mudar sua moeda para Euro e tudo que fosse Real fosse perder o valor e ninguém nos dissesse que essa conversão monetária ocorreria. O melhor seria converter todo o nosso dinheiro em Euro o mais rápido possível.
É isso que Jesus nos diz nos alertando a ajuntar tesouros no céu e ganhar amigos através da riqueza iníqua. O dinheiro, com toda a sua tendência maléfica, deve ser subjugado e transformado em oportunidade para o Reino.
Investindo em gente e no Reino:
Talvez haja um vizinho necessitado na casa ao lado, ou a fome no Sudão, ou uma oportunidade de levar o evangelho a um grupo de pessoas até agora inalcançado pela Boa Nova, ou mesmo uma chance de investir no futuro de um estudante jovem e inteligente. Todas essas são oportunidades maravilhosas para investimentos.
Ed René Kivitz e Ariovaldo Ramos no seu HD!
O nosso mundo facilita bastante a disponibilidade de informações acessíveis para todos. Há quem faça péssimo uso, disseminando seus lixos pela rede, alguns deles, configuram-se vírus mais contagiosos do que a famosa gripe que nos assombra. É impressionante como as pessoas amam jogar tranqueiras para dentro de si, o número de acessos a baixarias são explosivamente altos. Mas há também quem tem boas iniciativas para espalhar sal e luz para o mundo através de bons conteúdos.
Sempre colocaremos aqui bons conteúdos disponíveis na rede, hoje a dica vai para aqueles que gostam de mensagens substanciosas, para aqueles que enchem de pregações os seus mp3-players e aproveitam bons momentos do dia ouvindo mensagens que edificam e transformam.
O site da IBAB (Igreja Batista Água Branca) disponibiliza excelentes mensagens em mp3 gratuitamente para o internauta. São mensagens riquíssimas, a maioria delas ministradas pelo Pr. Ed René Kivitz e algumas preciosidades do Pr. Ariovaldo Ramos.
:: Acesse e faça bom uso! http://www.ibab.com.br/mensagens.html
O nosso mundo facilita bastante a disponibilidade de informações acessíveis para todos. Há quem faça péssimo uso, disseminando seus lixos pela rede, alguns deles, configuram-se vírus mais contagiosos do que a famosa gripe que nos assombra. É impressionante como as pessoas amam jogar tranqueiras para dentro de si, o número de acessos a baixarias são explosivamente altos. Mas há também quem tem boas iniciativas para espalhar sal e luz para o mundo através de bons conteúdos.
Sempre colocaremos aqui bons conteúdos disponíveis na rede, hoje a dica vai para aqueles que gostam de mensagens substanciosas, para aqueles que enchem de pregações os seus mp3-players e aproveitam bons momentos do dia ouvindo mensagens que edificam e transformam.
O site da IBAB (Igreja Batista Água Branca) disponibiliza excelentes mensagens em mp3 gratuitamente para o internauta. São mensagens riquíssimas, a maioria delas ministradas pelo Pr. Ed René Kivitz e algumas preciosidades do Pr. Ariovaldo Ramos.
:: Acesse e faça bom uso! http://www.ibab.com.br/mensagens.html

Pós-Pecado
Como o cristão deveria reagir depois de pecar? Obviamente, em se tratando de um cristão-modelo, aceitaria o perdão de Deus e continuaria sua vida como se nada tivesse acontecido. Porém, certamente existem alguns que não tem essa reação.
Não raramente alguns, mesmo sabendo que estão perdoados por terem se arrependido, não conseguem se reerguer, superar o erro, acreditar em si mesmos de novo, sonhar novamente em fazer diferença no mundo. Isso porque, pensando bem (analisando um pouco mais a fundo), não é o pecado por si só que destrói, e sim a culpa (o medo, ou outro nome que quiserem nomear), que muitas vezes perdura após o pecado; essa sim paralisa (adormece, deprime) alguns cristãos.
Logicamente, a culpa atua numa profundidade diferente em cada pessoa. Alguns fingem que estão bem, outros fogem, outros se entregam a vícios. Isso, pois, trata-se de uma questão mais psicológica do que espiritual. Não se nega o fato de que a vontade do Diabo é destruir o homem, inclusive contribuindo para que ele se sinta culpado pelo pecado. No entanto, o ser humano terá que lidar com sua psique enquanto viver essa vida terrena, pois sua alma estará ligada a ele até a morte.
Além disso, o espírito não anula os pensamentos e os sentimentos, ele pode apenas ajudar a alma a tomar as decisões e as atitudes certas. Cada pessoa já teve ou terá uma experiência pós-pecado; e, tendo em vista que cada um tem um desenvolvimento psíquico e espiritual diverso, a resposta à culpa resultante do pecado dependerá da intensidade com que cada um viveu o assunto.
Às vezes, o mais difícil, depois de pecar, não é reencontrar Deus, mas sim reencontrar a si mesmo. Pode-se dizer isso, pois, para alguns, mesmo sabendo que a humanidade é falha, e continuará sempre falhando, não conseguem conviver com o fato de que erraram, nem confiar que podem ser como eram antes de errarem, ou até melhores. Quantos estão perdidos no interior de si mesmos, sem que ninguém note? Quantos ainda nem descobriram que estão nesse estado por se sentirem culpados pelo pecado?
Busque a Deus, ajude a si mesmo e aos outros.
Como o cristão deveria reagir depois de pecar? Obviamente, em se tratando de um cristão-modelo, aceitaria o perdão de Deus e continuaria sua vida como se nada tivesse acontecido. Porém, certamente existem alguns que não tem essa reação.
Não raramente alguns, mesmo sabendo que estão perdoados por terem se arrependido, não conseguem se reerguer, superar o erro, acreditar em si mesmos de novo, sonhar novamente em fazer diferença no mundo. Isso porque, pensando bem (analisando um pouco mais a fundo), não é o pecado por si só que destrói, e sim a culpa (o medo, ou outro nome que quiserem nomear), que muitas vezes perdura após o pecado; essa sim paralisa (adormece, deprime) alguns cristãos.
Logicamente, a culpa atua numa profundidade diferente em cada pessoa. Alguns fingem que estão bem, outros fogem, outros se entregam a vícios. Isso, pois, trata-se de uma questão mais psicológica do que espiritual. Não se nega o fato de que a vontade do Diabo é destruir o homem, inclusive contribuindo para que ele se sinta culpado pelo pecado. No entanto, o ser humano terá que lidar com sua psique enquanto viver essa vida terrena, pois sua alma estará ligada a ele até a morte.
Além disso, o espírito não anula os pensamentos e os sentimentos, ele pode apenas ajudar a alma a tomar as decisões e as atitudes certas. Cada pessoa já teve ou terá uma experiência pós-pecado; e, tendo em vista que cada um tem um desenvolvimento psíquico e espiritual diverso, a resposta à culpa resultante do pecado dependerá da intensidade com que cada um viveu o assunto.
Às vezes, o mais difícil, depois de pecar, não é reencontrar Deus, mas sim reencontrar a si mesmo. Pode-se dizer isso, pois, para alguns, mesmo sabendo que a humanidade é falha, e continuará sempre falhando, não conseguem conviver com o fato de que erraram, nem confiar que podem ser como eram antes de errarem, ou até melhores. Quantos estão perdidos no interior de si mesmos, sem que ninguém note? Quantos ainda nem descobriram que estão nesse estado por se sentirem culpados pelo pecado?
Busque a Deus, ajude a si mesmo e aos outros.
Para quem sai andando e chorando
Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126 lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus, visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos. Alguns andam a vida toda, aprendem línguas diferentes, estudam culturas distantes, escrevem projetos, sempre mais um lugar a chegar.
O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E é certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate, a enfermidade que chega, o abraço que não chega, o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.
Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos esta viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto não desistimos, olhando sempre para o horizonte a frente e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.
Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor.Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos aquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.
Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha.
Andar e chorar é cumprir a missão. Se você tem feito isto, louve a Deus por esta oportunidade. É um grande privilégio. Um dia você voltará…
Fonte: Solomon
Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126 lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus, visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos. Alguns andam a vida toda, aprendem línguas diferentes, estudam culturas distantes, escrevem projetos, sempre mais um lugar a chegar.
O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E é certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate, a enfermidade que chega, o abraço que não chega, o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.
Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos esta viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto não desistimos, olhando sempre para o horizonte a frente e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.
Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor.Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos aquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.
Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha.
Andar e chorar é cumprir a missão. Se você tem feito isto, louve a Deus por esta oportunidade. É um grande privilégio. Um dia você voltará…
Fonte: Solomon
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Jesus ouviu a pergunta e disse aos mestres da Lei: — Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Eu vim para chamar os pecadores e não os bons. (Marcos 2:17)